Como tenho estado ativo nas organizações da sociedade civil de Ruanda há muito tempo, sei que a lei permite que as organizações protejam os direitos pessoais, apresentando propostas sobre leis e políticas nacionais.
Todos estão conscientes de que há um problema sério de terra e gado insuficientes em várias famílias camponesas em Huye. Como resultado, a pobreza é exacerbada pela escassez de alimentos.
Graças ao projeto, pude desenvolver minha pequena parcela, instalando arbustos agroflorestais, como calliandra, sesbania, nas encostas das valas anti-erosão.
Também uso gramíneas forrageiras como Pennisetum e Setaria.
Como Assistente Social da APROJUMAP (Associação para a Promoção das JUMelages (cidades gêmeas) e Amizade entre os Povos) trabalho com famílias vulneráveis localizadas no Distrito de Huye, em Ruanda. Onde descobri um grande problema de desnutrição.
A desnutrição aparece na forma de Kwashiorkor caracterizado pela presença de edemas em todo corpo, e marasmo que se distingue pela perda de peso extraordinária, especialmente em crianças menores de 5 anos.
A desnutrição é um problema sério em Ruanda, os dados mostram que 38% dos ruandeses são atingidos pela desnutrição. Estes são principalmente crianças menores de 5 anos e suas mães. O Estado comprometeu-se a liberar os fundos necessários para erradicá-lo.
Na ONG onde trabalho, temos um programa de instalação de hortas para cada casa e beneficiário do agregado familiar.
Chamo-me Christine MUKAMURIGO. Vivo na célula Nyakagezi, setor Huye, no Ruanda.
Vivia na solidão, em pobreza extrema, sem casa, com uma terra infértil, sem ferramentas agrícolas, sofrendo de fome crônica e com muitas doenças na minha família.
A associação APROJUMAP chegou até nós em 2013, ela juntou-nos, ensinou-nos várias práticas, entre as quais a «ação de solidariedade semanal».