Desde o início dos tempos, as mulheres sempre foram injustiçadas, sofrendo com a desigualdade, isolamento e violência. Estatísticas e nossa própria história nos mostram isso, infelizmente.
O machismo sem limites, que não aceita a igualdade entre os sexos, faz com que isso aconteça, deixando algumas mulheres de mãos atadas. Na região Nordeste do Brasil, essas estatísticas são ainda maiores.
No Carnaval de 2003 me deu uma enorme vontade de desfilar pelas ruas com um estandarte. Mas como bom brasileiro, deixei tudo para última hora. Somente na sexta-feira comecei a construir o meu estandarte com canos plásticos de PVC, pano branco de saco de padaria, faltava apenas a tinta para grafitá-lo. Cheguei muito tarde à loja de tintas e as portas estavam sendo fechadas, só reabririam depois do Carnaval.
Negra, Amapaense, filha da Amazônia, esta sou eu, Bruna Picanço. Vou contar sobre o meu olhar de jovem a história do meu Quilombo.
Para falar de meu quilombo, primeiro devemos saber o que é um quilombo? QUILOMBO eram os locais de refúgio dos escravos fugidos de engenhos e fazendas durante o período colonial e imperial. Nesses locais, os escravos passavam a viver em liberdade. Locais hoje chamados de comunidades quilombolas.
Oi! Estou aqui para contar a história de Marcos, um adolescente de 16 anosque mora em uma periferia de Teresina. Marcos cometeu um crime grave e pela lei, deve passar pelas medidas socioeducativas para que se arrependa, seja socializado e tenha uma segunda chance.
Gastar quanto? Essa é uma simples pergunta, porém, pouco pensada e respondida, com isso o endividamento de donos de negócios e da população cresce a cada momento gerando inúmeros problemas para as famílias e a economia.
Más, calma! Existe solução. Eu sou educador financeiro em Feira de Santana – Bahia, relatando os motivos e a triste realidade dos endividados e suas possíveis soluções.
A Mobilidade urbana é uma discussão que envolve várias esferas sociais: há mais carros e motos nas ruas e a locomoção se torna cada vez mais difícil. Mobilidade é o grande desafio das cidades contemporâneas, em todas as partes do mundo.
Olá, sou Graciele e tenho 16 anos. O que me preocupe neste momento, é o racismo. Ainda esta presente no nosso dia dia. Ninguém optaria por ser minoria e sofrer preconceito. No meu dia-a-dia posso observar o preconceito em vários lugares.
Olá, sou Luciana Borges, nasci no interior da Bahia, meu pai é agricultor e minha mãe é professora. A minha família viveu muitos anos sem acesso à água potável e a energia elétrica.