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No lugar de aborto inseguro

Apesar da lei Moçambicana ter legalizado o aborto dentro de 12 semanas, ainda existem mulheres que optam pela prática do aborto caseiro contraindo assim muitas complicações para a sua saúde.
Creator
Ednisinda
Date
18 augustus 2016
Country bis
Mozambique
Country
Mozambique
SDG
03. Good health and well-being
SDG act
3: VIDA SAÚDÁVEL E BEM ESTAR PARA TODOS

Ângela de 21 anos de idade, vive no distrito de Marracuene na província de Maputo.
Aos 19 anos ela engravidou de um jovem vizinho que a abandonou quando soube que ela estava gravida.
Por medo de contar aos pais, Ângela contou a uma colega da escola, que a informou que existia uma farmácia que vendia comprimidos para o
aborto.

Para além de estudar, Ângela vendia hortícolas na feira da vila de Marracuene. Foi da venda das hortícolas que tirou o dinheiro para
comprar os comprimidos para o aborto.
Ângela comprou os comprimidos e fez a indução segundo a recomendação da farmácia.
Dias depois ela queixava se de dores, sangrava muito perdeu sangue, que provocou lhe anemia e foi levada ao hospital.

No aconselhamento com a enfermeira soube que no Hospital, o aborto é legal, eficaz e gratuito.

Apesar da lei Moçambicana ter legalizado o aborto dentro de 12 semanas, ainda existem mulheres que optam pela prática do aborto caseiro contraindo assim muitas complicações para a sua saúde.

The shown videos are results of our workshops "Digital Storytelling". Comundos is not responsible for content created by participants.

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