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Testemunhando Traumas. Trauma vicário em intérpretes

Os intérpretes colmatam lacunas linguísticas, mas a sua carga sem precedentes é muitas vezes mental. O trauma vicário se esconde à medida que absorvem os traumas dos outros. Conscientização, treinamento e autocuidado são cruciais para garantir o bem-estar dos intérpretes.
Creator
Chiara Rao
Date
17 April 2024
Country bis
Belgium
Country
Belgium
SDG
17. Partnership for the goals
SDG act
3: VIDA SAÚDÁVEL E BEM ESTAR PARA TODOS, 17: PARCERIAS E MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO

Os intérpretes são pontes entre diferentes línguas e culturas.
Conhecem muitas pessoas e ajudam-nas a comunicar em diversas situações. O trabalho de um intérprete pode ser muito gratificante, mas também tem os seus desafios.

Oi! Chamo-me Chiara e sou pesquisadora na Vrije Universiteit Brussel, na Bélgica. Investigo o tema saúde mental em intérpretes.
Imagine-se trabalhar num país estrangeiro ou parar num hospital enquanto está no extrangeiro. Se você não conseguir falar o idioma, dependendo da situação em que se encontra, poderá precisar de um intérprete.

Os intérpretes são pontes entre si e a outra pessoa e irão ajudá-lo a comunicar claramente e transmitir a sua mensagem.
Porém, ser intérprete nem sempre é fácil.  Os intérpretes ouvem frequentemente histórias traumáticas ou trabalham com pessoas que vivenciaram eventos traumáticos.

Ao ‘refalar’ o que a outra pessoa disse, os intérpretes podem ficar traumatizados por acontecimentos que não viveram em primeira mão. É como se eles absorvessem a dor em  segunda mão.
Esse fenômeno é chamado de trauma vicário e se assemelha ao PTSD ou perturbação de stress pós-traumático 
Polícias, bombeiros, paramédicos, assistentes sociais… todos eles podem passar por isso.

Os intérpretes são especialmente vulneráveis ​​a este fenómeno. Repetem o que os outros dizem, absorvendo as suas emoções. O problema?
Embora outros profissionais, como policiais ou bombeiros, sejam alertados sobre esse perigo, muitos intérpretes não se  apercebem que isso também os pode afetar. 
Mas há esperança. Ao concentrarem-se na prevenção, ao cuidarem do seu bem-estar físico e mental e ao receberem formação sobre esta questão, os intérpretes podem desenvolver resiliência e lidar com este problema.

Então, se você é intérprete ou conhece alguém que é, tome cuidado.
Divulgue a informação sobre o trauma vicário. Vamos manter nossos intérpretes em segurança.

 

Tradução: Bart @ Comundos
Revisão: Isabella Werner

The shown videos are results of our workshops "Digital Storytelling". Comundos is not responsible for content created by participants.

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